Fui o cara da operação.
Aquele que fazia o negócio funcionar na correria. E sempre senti falta de alguém que sentasse do meu lado e resolvesse.
Ligando o Cyborg0%
Pra quem tem empresa rodando e ainda vive preso na operação.
O exército de um homem sóEu trabalho com a força de muitas pessoas, mesmo sendo um.
Você traz o problema, eu penso junto, a gente debate e cria a solução junto. A execução eu coloco os robôs.
Essa pessoa foi contratada pra pensar e passa metade do dia digitando. Eu passo o serviço repetido pra máquina, e ela volta a fazer o que só ela sabe. Foi o que aconteceu num escritório de advocacia. O sócio de lá fez a conta melhor do que eu: “cada dois estagiários eu pago um advogado, e o advogado me produz muito mais” (Dr. Carlos Renato Guerra da Fonseca, Guerra Advogados).
A decisão acaba saindo pelo que o time lembra. Eu coloco o seu sistema pra ler o que já tá guardado e mostrar no relatório. Foi assim numa corretora de seguros.
E tem a curva de aprendizado: as pessoas demoram muito pra aprender um sistema. Por isso eu crio do zero, só com aquilo que a sua equipe precisa. Foi assim no escritório DFA.
Aquele que fazia o negócio funcionar na correria. E sempre senti falta de alguém que sentasse do meu lado e resolvesse.
Não fiz faculdade nem curso de programação. Comecei captando cliente por telefone.
Veio a pandemia, e com 21 anos eu virei motoboy, vendi automação, fiz de tudo pra achar o meu caminho.
Depois fui sócio de um estúdio de eventos e podcast, e o meu papel lá era fazer funcionar.
Faltando cinco minutos pra começar, nada pode dar errado. E dá: o microfone falha, o painel não abre o slide, o computador trava.
Teve evento em que o cara do som furou e eu tive que aprender a soldar cabo.
Se uma coisa pode dar errado, uma hora ela dá. Então se o ao vivo travar, tem que ter uma segunda alternativa. Se o computador estragar, já tem que ter outro.
Quando saí da sociedade, me fizeram uma pergunta: o que você faria até de graça? Era isso aqui. Mexer com tecnologia pra facilitar a vida dos outros.
Abri a Synapse pra ser essa pessoa. Hoje tudo que eu faço é o que eu queria ter encontrado naquela época.
O sonhoVer todos os processos numa tela só.
758processos do escritório, de 2023 a 2026, numa tela só.
211 estavam parados fazia mais de doze meses, quase um terço da carteira.
Como foi contado: puxei do diário oficial e conferi no próprio painel.
Ver o case do Guerra AdvogadosO sonhoSaber quanto eu vendo de verdade.
por mês, no relatório que antes marcava zero.
48 dos 57 clientes já tinham a apólice anexada no sistema, só que ninguém abria.
Como foi contado: conferi na mão, por dois caminhos separados, e bateu no centavo.
Ver o case da corretora de segurosO sonhoSer achado no Google.
476→1.361cliques vindos do Google, em 28 dias.
Como foi contado: quem conta é o relatório de buscas do próprio Google.
Ver o case do escritório DFAO sonhoQue os artigos fossem lidos.
8→870cliques nos artigos, de 22 pra 64 páginas.
O sonhoMandar a apresentação por e‑mail.
147MB→13MBem 5,6 segundos, igual na tela.
Eu não vendi nada por eles. A receita já existia, o relatório é que não enxergava.
Testei com apresentação pesada. Com um processo inteiro de cliente eu ainda não testei.
Tem gente que não quer que eu construa nada, quer aprender a usar. Pra isso existe a mentoria: ao vivo, com hora marcada, com o seu negócio aberto na tela.
A IA não veio te substituir. Ela tira de você o trabalho repetitivo e chato, pra sobrar tempo com o que importa. No avião tem o piloto e o copiloto. Dá pra delegar muita coisa pro copiloto, mas sem o piloto o avião não decola.
Fiz com os gestores de uma rede de lojas do varejo. Em vez de exemplo de aula, a gente abriu os números do próprio negócio, e a IA mostrou ali, com todo mundo olhando, que o produto que mais saía era vendido abaixo do custo.
Já passaram por aqui o Marcelo, do Macaé Grill, a Giovanna Ragusa, um grupo de empresários e o time de um escritório de advocacia.
Ver como a mentoria funcionaPrimeiro, quem chegou mais perto do seu sonho.
“[...] saí do estagiário. Aí eu resolvi 95% do meu problema.”
“[...] O Raphael foi o único que entendeu isso desde o início [...] não veio com template pronto, veio com diagnóstico.”
“Mais do que simplesmente fazer um site bonito, o Cyborg teve preocupação real com estratégia, experiência do usuário e alinhamento com a imagem que queremos transmitir ao mercado.”
“Copy, funil de Google Ads e tracking [...] tudo entregue com uma coerência difícil de encontrar num profissional solo. Execução de agência com agilidade de freelancer.”
Quem responde sou eu, em até 24 horas, e costuma ser bem antes. A primeira conversa é sem custo, pra eu entender o projeto.
São 30 minutos. O meu trabalho ali é descobrir o que você quer, o que você precisa e como chegar lá.
O que eu vou fazer, o que entra e o que fica de fora. Você lê antes de qualquer coisa começar.
Você vê cada pedaço funcionando antes de o próximo começar.
A gente combina antes o que vai ser medido e depois olha o número junto.
Tem cliente que fala “PH, decide aí o que for melhor”, e tem cliente que gosta de participar e discutir a estratégia. Funciona dos dois jeitos.
Isso serve melhor pra empresa que já tá rodando: tem receita entrando, tem equipe, e o que falta é tempo. Se o encaixe não for real, eu digo na hora.
Preço você não vai achar nesta página. Cada projeto tem um tamanho, e o valor só sai depois que eu entendo o seu.
Redundância pra mim é inegociável, e vale pra mim também. Eu sempre entrego todos os acessos pro cliente. O código e as senhas são seus desde o começo, e outra pessoa consegue seguir de onde eu parei.
Não vou fingir que existe alguém de prontidão pra me substituir amanhã, porque não existe. O que existe é tudo na sua mão.
E o jeito como eu construo já nasce pensando nisso:
Preço você não acha nesta página, e é de propósito. O valor muda conforme o tamanho do problema, o que já existe rodando na sua empresa e o tempo do trabalho. Primeiro eu fecho com você, por escrito, o que entra e o que não entra. O número vem depois.
Tem muita gente que executa. O que falta é alguém que sente do seu lado e fale: o seu problema é esse, o que você acha da gente ir por esse caminho? Eu passei anos no sufoco da operação, de marketing, de tráfego pago, de soldar cabo. É essa vivência que eu levo pra dentro da sua empresa.
A IA não erra, ela foi feita pra executar. Se ela tá executando na direção errada, é porque o humano errou. Imagina um estagiário muito inteligente, mas sem contexto: se você só disser “me traz um relatório”, ele sai perdido. O meu trabalho é dar a direção.
Trabalho. Eu e o meu exército. Quando o serviço pede desenho ou vídeo, eu chamo um parceiro e te digo quem é. Você fala com uma pessoa só, do começo ao fim.
Pode ser. Eu trabalho melhor com quem já tem receita entrando e trava no tempo. Se o encaixe não for real, eu digo na hora.
Tudo bem. Se a pessoa não sabe que tem um problema, não tem como eu forçar uma ajuda. Mas se você sabe que algo trava, já basta: você traz do jeito que aparece no seu dia, e descobrir o que precisa e como chegar lá é o meu trabalho.
Dá. A gente fecha só o pedaço que resolve a sua dor mais cara agora, e o resto fica pra quando for a hora. Nada entra no meio do caminho sem você aprovar.
Ficam, desde o primeiro dia. Eu sempre entrego todos os acessos pro cliente. Se um dia você trocar de fornecedor, leva tudo junto.